Vídeos do Vitória

29 de novembro de 2009

Volante Vanderson

VandersonO Vitória precisava de um jogador tipo “pitbull” para a campanha na Série C do Brasileiro. Feitas algumas tentativas, chegou-se ao nome de Vanderson, um volante que surgiu no futebol do Pará, e estava no Juventude, de Caxias do Sul. Ele aceitou o convite e o desafio de ajudar o rubro-negro na missão de retornar à Série B e, posteriormente, à elite do futebol, a Série A.

Jogador de forte pegada, Vanderson no início constantemente desfalcava o time pelas sucessivas advertências com cartão amarelo e/ ou expulsão. Mas foi decisivo para o time subir da C para B e da B para A. Já então ídolo da torcida, virou o nosso “pitbull”, e com a chegada do técnico Vagner Mancini, Vanderson transformou-se não apenas em um jogador afeito à marcação. Passou a sair para o ataque, dar passes precisos, madcar gols, sofrer pênaltis, e seu futebol despertou interesses de outros clubes.

O Sport Recife, por exemplo, antes mesmo do final da temporada de 2008 já acenava com um convite para o ídolo, por indicação do zagueiro Sandro, que atuou no rubro-negro baiano. Vanderson disse não e ainda acertou a renovação com o Vitória, clube que, não nega, aprendeu a gostar. “Amo esse clube como fosse minha família”, repete o volante. Vanderson não esconde que o Vitória e Salvador transformaram sua vida. Separado, dois filhos que vivem em Belém, ele encontrou no Vitória a alegria para jogar e no amigo deficiente visual Edmilton Pedreira, o Tuca, massagista do clube, o carinho que faltava longe da família. “Tuca é minha família”, confessa.

A torcida o transformou em ídolo e ele virou símbolo da raça rubro-negra com direito a bandeira com seu rosto criação do MSV (Movimento Sempre Vitória). Paraense de Santa Izabel, Vanderson adotou Salvador como “segunda casa”, e revela que se for possível que encerrar a carreira vestindo a camisa vermelha e preta do Leão baiano. “Sinto-me bem aqui, tenho orgulho de jogar por esse clube, e realmente espero encerrar minha carreira no Vitória”. Recentemente, Vanderson completou 100 jogos vestindo a gloriosa camisa rubro-negra e foi homenageado pela diretoria. “Jamais irei esquecer”, diz.

Qual o melhor momento de sua carreira?
Vanderson – No Paysandu, no período de 2001 a 2004, fui para a Libertadores, logo após ter ganho a Copa do Campeões, e na Série A fizemos uma boa campanha. Depois, de 2006 a 2009, pelo Vitória, onde conseguimos levar o time para Série A, sou tricampeão baiano algumas vezes e, agora, volto a disputar uma competição internacional (Copa Sul-Americana).

Por que você aceitou vir jogar em um time na Série C?
Vanderson – Fiquei receoso, mas conversei com meu empresário e ele me mostrou que o clube era grande e iria subir. Graças a Deus eu optei por vir e hoje estou feliz. Meu relacionamento dentro do clube é muito bom para eu sair por qualquer proposta.

Como você recebe o carinho da torcida?
Vanderson – Fico emocionado com o apoio (chorou recentemente quando voltou ao time depois de uma contusão e foi ovacionado pela galera) e agradeço ao torcedor. Ele sabe que quando entro em campo só quero vencer. O torcedor sempre acredite em nós jogadores. Perdendo ou ganhando as partidas o nosso objetivo é ganhar as competições que disputamos.

http://www.ecvitoria.com.br/site/noticias/detalhe.jsp?CId=11283

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